Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Bruce Dickinson questionou a narrativa de “Crazy”, do Aerosmith

Cantor criticou a idealização do videoclipe e o uso da sensualidade no clipe estrelado por Alicia Silverstone e Liv Tyler.

A repercussão de “Crazy” não impediu Bruce Dickinson de rejeitar a proposta visual do Aerosmith. Em 1994, o cantor avaliou o videoclipe em entrevista à revista Hit Parader, quando estava fora do Iron Maiden.

Lançada no álbum “Get a Grip” (1993), a música ganhou uma produção com Alicia Silverstone e Liv Tyler. Filha de Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, Liv estreou diante das câmeras no trabalho dirigido por Marty Callner.

Dickinson afirmou que gostava da faixa, mas não aceitava a visão apresentada no vídeo. “Odeio esse tipo de nostalgia americana dos anos 50”, declarou. Para ele, o clipe construía uma imagem distante da realidade de Los Angeles e recorria a uma representação idealizada das personagens.

A crítica também atingiu o tratamento dado à sensualidade. O cantor questionou a decisão de Steven Tyler de colocar a própria filha na produção e resumiu sua reação com a frase: “O vídeo é uma merda, só um monte de bundas de garotas.”

“Crazy” tinha sido escrita nos anos 1980 e acabou deixada de lado em favor de outras baladas. A faixa teve desempenho melhor na Europa do que nos Estados Unidos. Recebeu disco de prata no Reino Unido, platina na Espanha e ouro na Itália, além de uma premiação dourada no Brasil.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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