Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Bruno Sutter compara Bruce Dickinson e Kiske e aponta limite no timbre

Vocalista do Massacration diz que Bruce mantém a afinação, mas poderia cantar meio tom abaixo com o Iron Maiden.

A preferência de Bruno Sutter por Bruce Dickinson tem uma ressalva: quando o assunto é o timbre atual, o vocalista do Massacration afirmou gostar mais de Michael Kiske, do Helloween. A avaliação foi feita durante uma entrevista ao Mariutti Team Podcast, em uma conversa que também passou pela longevidade vocal dos dois cantores.

Sutter disse que, pelo histórico, escolheria Dickinson. Já na comparação sobre a duração da carreira em alto nível, considerou os dois equivalentes, mesmo levando em conta o período em que Kiske ficou afastado. Para ele, a voz de Bruce continua muito precisa na afinação, mas perdeu brilho com o tempo.

A ideia para o repertório

Na análise, Bruno sugeriu que o Iron Maiden poderia reduzir em meio tom a afinação das músicas apresentadas ao vivo. A mudança, segundo ele, ajudaria a voz de Dickinson a recuperar parte do brilho. O cantor também levantou a possibilidade de que a manutenção dos tons originais esteja ligada a uma decisão de Steve Harris.

Dio e o Helloween foram citados como exemplos de artistas que ajustaram os tons ao longo dos anos. Bruno relacionou esse tipo de adaptação ao desgaste natural da musculatura vocal com a idade e observou que, na carreira solo de Dickinson, as afinações costumam ser mais baixas.

Apesar da crítica ao timbre, Sutter destacou a capacidade do vocalista do Iron Maiden. “O Bruce é o atleta da voz”, afirmou. Ele lembrou que Dickinson está beirando 70 anos e que, há pouco tempo, fez uma versão de “Seventh Son” na qual esticou uma nota além do que aparece no disco original.

Tributo e coleção

Bruno criou seu tributo ao Iron Maiden durante a pandemia com a proposta de manter um projeto autossustentável, sem onerar os contratantes. Como o grupo tem alcance global, ele explicou que há bandas capazes de tocar o repertório em diferentes lugares. No ano passado, o cantor fez 94 shows, divididos aproximadamente entre o Massacration e o tributo.

A ligação com a banda também aparece na coleção pessoal. Sutter afirmou ter quase todos os discos do Iron Maiden em vinil e disse que ainda busca “The Final Frontier” e “A Matter of Life and Death”. Em uma passagem recente pela Europa, visitou o estádio do West Ham, time de Steve Harris, em Londres, e encontrou em Portugal uma edição de “Dance of Death” em vinil. No bate-bola, escolheu “Seventh Son of a Seventh Son” como o disco de metal perfeito.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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