Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Ed Motta relembra a pressão para esconder disco do Police na adolescência

Cantor contou que evitou a loja frequentada pelos amigos para comprar “Synchronicity” sem ser visto pela turma de rock.

Ed Motta relembra a pressão para esconder disco do Police na adolescência

A compra de “Synchronicity” virou uma operação discreta para Ed Motta durante a adolescência. Com medo da reação dos amigos, o cantor não foi à loja onde costumava encontrá-los: queria levar para casa o álbum do Police sem que ninguém percebesse.

A lembrança foi compartilhada em entrevista ao canal Alta Fidelidade, de Luiz Felipe Carneiro. Na época, Motta integrava uma turma de rock que rejeitava a banda. O disco havia sido lançado em 1983, mas demonstrar interesse pelo Police naquele círculo era visto como sinal de pertencimento à playboyzada.

“Quem gostava de Police no colégio era playboy”, afirmou o cantor. Ele contou que essa visão fazia parte de uma adolescência dedicada ao rock and roll, com Jimmy Page entre as referências do grupo de amigos.

A mudança na relação com a música

Motta disse que sua maneira de ouvir música começou a mudar pouco antes, depois da chegada da Rádio Fluminense. A partir desse momento, passou a colecionar discos e a enxergar o repertório de outra forma.

Mesmo com a resistência dos colegas, o cantor comprou “Synchronicity”. Para explicar o tamanho do receio, comparou a situação a ouvir Michael Jackson naquele período, algo que, segundo ele, também não fazia. Hoje, Motta afirma que gosta do Police, mas a banda ocupava um lugar proibido em sua rotina escolar naquela época.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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