Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Gene Simmons diz que drogas e álcool afastaram Ace Frehley e Peter Criss do Kiss

Baixista rejeitou a versão de que dinheiro motivou as saídas e relembrou conflitos com os dois integrantes originais.

Gene Simmons diz que drogas e álcool afastaram Ace Frehley e Peter Criss do Kiss

Gene Simmons afirmou que drogas e álcool, e não dinheiro, foram os motivos que levaram Ace Frehley e Peter Criss a deixarem o Kiss. O baixista falou sobre os ex-companheiros no podcast The Moynihan Report e também comentou o impacto da morte de Frehley, em 2025.

“Não foi por causa de dinheiro. Foram drogas e álcool, infelizmente”, disse Simmons. Ele ressaltou que nem ele nem Paul Stanley enfrentaram o mesmo problema e reconheceu a importância dos dois músicos para a história da banda.

As primeiras saídas de Frehley e Criss aconteceram no início dos anos 1980. A turnê de despedida End of the Road, encerrada no Madison Square Garden em dezembro de 2023, foi vista como uma possível oportunidade de reencontro, mas a participação especial da dupla não aconteceu.

Frehley afirmou que os ex-companheiros mudaram o discurso poucos meses antes do show. Mesmo assim, disse que não odiava Simmons e Stanley, a quem continuava chamando de irmãos de rock and roll.

Ao falar sobre a morte do guitarrista, Simmons destacou a influência de Frehley sobre gerações de músicos. Entre os nomes citados por ele estão Dimebag Darrell, do Pantera, Mike McCready, do Pearl Jam, e integrantes do Metallica. O baixista também lembrou que Frehley teria dito, ao deixar o Kiss, que seguiria carreira solo porque voltar à estrada poderia levá-lo à morte.

Simmons relacionou a permanência na banda à maneira como cada pessoa lida com a pressão psicológica, a fama, o dinheiro e a exposição. Sobre a última saída de Frehley, em 2002, afirmou que o uso de drogas havia atingido a família do guitarrista. Durante a cerimônia do Kennedy Center Honors, o Kiss deixou uma cadeira vazia em homenagem a ele, na presença de Monique, filha de Ace.

A avaliação sobre Peter Criss foi mais crítica. Simmons disse que o baterista se colocava como vítima e não assumia responsabilidade pelo uso de drogas e pela falta de dedicação ao trabalho.

Segundo o baixista, Criss recebe hoje poucos royalties por uma decisão tomada há mais de quatro décadas. Simmons e Stanley compraram a participação dele no Kiss em 1982 e fizeram o mesmo com a de Frehley. Com isso, os dois músicos originais passaram a trabalhar como funcionários da própria banda.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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