O “Black Album”, do Metallica, alcançou uma marca registrada por apenas quatro discos na história do The Billboard 200: 850 semanas na principal parada de álbuns dos Estados Unidos. O trabalho autointitulado do grupo foi lançado em 1991 e também é conhecido por esse apelido.
A lista dos álbuns que chegaram ao mesmo número inclui “The Dark Side of the Moon”, do Pink Floyd, lançado em 1973; “Legend”, de Bob Marley & The Wailers, de 1984; e “Greatest Hits”, do Journey, de 1988.
Na atualização mais recente, o disco aparece ainda em outras duas classificações. Está em 9º lugar no Top Hard Rock Albums e ocupa a 41ª posição no Top Rock & Alternative Albums.
Mudanças na sonoridade
Quinto álbum de material inédito do Metallica, o trabalho marcou a exploração de novas sonoridades e o começo da parceria com o produtor canadense Bob Rock. A banda usou, pela primeira vez, três tipos de afinação: mi, mi bemol e ré.
A abordagem mais dark e reflexiva também acompanhou um período de mudanças pessoais. Três dos quatro integrantes passaram por divórcios naquela fase; James Hetfield foi a exceção.
Hetfield e Lars Ulrich também passaram a incluir Kirk Hammett e Jason Newsted na criação das canções. A intenção era aproximar o resultado do som que o grupo apresentava ao vivo.
O álbum vendeu cerca de 31 milhões de cópias em todo o mundo e é apontado como o disco mais comercializado das últimas três décadas em qualquer gênero musical.







