Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Onze escolhas para ampliar o mapa do metal progressivo

Álbuns de 11 países atravessam o prog metal, do black metal avant-garde às composições sinfônicas e operísticas.

Onze escolhas para ampliar o mapa do metal progressivo

Uma lista internacional de prog metal reúne discos de 11 países e percorre diferentes caminhos do gênero. Entre as escolhas estão trabalhos que aproximam o metal de referências orientais, música sinfônica, world music, rock progressivo, death metal e vocais operísticos.

Da Austrália, Portal Of I, do Ne Obliviscaris, lançado em 2012, aparece pela combinação entre os vocais agressivos de Marc “Xenoyr” Campbell e o canto limpo e operístico de Tim Charles. O álbum também alterna pausas transcendentais, intensidade hiperativa, violões acústicos e elementos sinfônicos.

A Holanda é representada por Ayreon com The Human Equation, de 2004. O disco acompanha um homem que reavalia a própria vida enquanto está em coma e explora a influência das criações e dos relacionamentos. A composição, a instrumentação e o elenco de convidados são destacados na avaliação.

Do death metal ao rock progressivo

Na Suécia, Ghost Reveries, do Opeth, saiu em 2005 e combina a tradição do death metal progressivo do grupo com elementos do rock progressivo vintage. Também de 2005, From Mars to Sirius, do Gojira, foi escolhido como representante da França.

O Canadá entra com Devin Townsend e Deconstruction, de 2009, álbum que evidencia os lados progressivo e metal de sua discografia. Na Inglaterra, In Absentia, do Porcupine Tree, marca uma fase mais agressiva e inclui a chegada do baterista Gavin Harrison.

O Japão aparece com In Somniphobia, do Sigh, lançado em 2012, associado ao black metal progressivo e avant-garde, com fluxo cinematográfico e atmosfera bizarra. Da Tunísia, Tales of the Sands, do Myrath, de 2011, mistura metal progressivo, sinfônico e oriental com world music.

Outras rotas do gênero

A Noruega é representada por Green Carnation com Light of Day, Day of Darkness, de 2001. O disco é ligado às emoções do guitarrista Tchort diante da passagem quase simultânea da filha e do nascimento do filho.

De Andorra, a escolha é Aathma, do Persefone, lançado em 2017, com contraste entre ferocidade e serenidade, atmosferas cósmicas, piano melancólico e alternância de vocais guturais e limpos.

Nos Estados Unidos, Dream Theater aparece com Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory, de 1999, trabalho que trouxe Jordan Rudess ao grupo. A relação se completa com The Human Equation, do Ayreon, e com In Absentia, do Porcupine Tree, já citados entre os discos que ampliam a variedade do prog metal.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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