Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Paulo Miklos conta como assumiu a guitarra de Marcelo Fromer nos Titãs

Músico falou sobre o instrumento, o álbum Nheengatu e o novo projeto audiovisual Coisas da Vida.

Paulo Miklos conta como assumiu a guitarra de Marcelo Fromer nos Titãs
Foto: Divulgação - Bob Wolfenson

Paulo Miklos passou a tocar nos Titãs a guitarra base que pertencia a Marcelo Fromer. A revelação foi feita em entrevista ao canal Amplifica, apresentado pelo guitarrista Rafael Bittencourt. Com dois guitarristas na formação, Miklos assumiu a função nos shows — uma posição que buscava havia tempo. "Eu realizei um sonho ali", afirmou.

A guitarra também ocupou um lugar importante na criação das músicas que o multi-instrumentista levava para a banda. Em Nheengatu, último álbum que gravou com os Titãs, ele assinou composições e riffs. Miklos descreveu o disco como pesado e destacou que a gravação foi feita ao vivo. O trabalho marcou o fim de sua trajetória no grupo, encerrada em 2016.

Antes de assumir as guitarras, o músico já alternava tarefas dentro da banda. Tocava teclado quando Sérgio Britto cantava e contrabaixo quando Nando Reis ocupava a frente do palco. A relação com a guitarra, no entanto, começou ainda na infância, de um jeito incomum: canhoto, Miklos aprendeu a tocar como destro porque a professora de violão que dava aulas em sua casa nunca perguntou qual era sua mão dominante.

Mais tarde, depois de assistir a Jimi Hendrix e conhecer Edgar Scandurra, ele entendeu que poderia inverter o instrumento. Chegou a comprar uma guitarra para canhotos, mas não conseguiu tocar com ela.

Novo disco e projeto audiovisual

Longe dos Titãs, Miklos lançou Coisas da Vida, álbum em que aparece apenas como intérprete, sem composições próprias. Os arranjos são de Otávio de Moraes e a produção, de Rafael Ramos.

O projeto também ganhou uma versão audiovisual, com 11 clipes gravados em uma semana, em locações espalhadas por São Paulo. Os vídeos seguem a ordem das faixas e incluem esquetes atuados entre as músicas, formando um filme com o mesmo nome do disco. Para Miklos, o formato acompanha a maneira como o público ouve música hoje, pelo YouTube, e tornou o audiovisual parte do lançamento.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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