Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Roger Waters rejeitou Schwarzenegger, Stallone e Bruce Willis no cinema

Em entrevista de 1992, o músico criticou os filmes de ação e disse buscar histórias capazes de provocar emoção.

Roger Waters rejeitou Schwarzenegger, Stallone e Bruce Willis no cinema
Foto: Kate Izor - Sony Music

Roger Waters não escondia sua rejeição aos astros do cinema de ação. Em entrevista concedida em 1992, durante a divulgação do álbum “Amused to Death”, o músico afirmou que não se interessava por Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone e Bruce Willis — nomes associados aos blockbusters americanos daquele período.

Ao comentar sua relação com o cinema, Waters disse que procurava uma experiência capaz de provocar uma reação emocional, e não apenas distração. “Quando vou ao cinema, não quero ver Bruce Willis. Estou de saco cheio de toda essa porcaria. Quero ser tocado por alguma coisa”, afirmou.

A crítica fazia parte de uma insatisfação mais ampla com a produção cinematográfica do começo dos anos 1990. Para Waters, muitos filmes eram previsíveis, “modistas e formulados”, sem o impacto que ele esperava encontrar tanto como espectador quanto como compositor.

O cinema que interessava a Waters

Quando perguntado sobre as obras que o emocionavam, o músico citou “Ladrões de Bicicleta” e “Rocco e Seus Irmãos”. Os filmes, segundo a visão apresentada por Waters, mostravam personagens marcados por sentimentos e conflitos reais, em contraste com o cinema de ação que ele criticava.

“Eu não poderia estar menos interessado em Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone ou Bruce Willis, ou naquela bobagem de filmes de ação”, disse. Para Waters, os personagens desses filmes eram “completamente sem sentido”, próximos de caricaturas.

A preferência também se conectava à forma como o músico construía seus discos. Ele explicou que não queria reunir apenas canções isoladas. Seu interesse estava em criar narrativas com efeitos sonoros, transições e uma estrutura capaz de conduzir o ouvinte do começo ao fim.

Assim, a cobrança feita ao cinema seguia o mesmo princípio aplicado à música: Waters buscava personagens reconhecíveis, carga emocional e histórias que continuassem provocando alguma reflexão depois do fim da experiência.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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