Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Steve Hackett evita tocar The Lamb Lies Down on Broadway na íntegra

Guitarrista aceita revisitar músicas do álbum, mas prefere uma apresentação completa com os integrantes originais do Genesis.

Steve Hackett evita tocar The Lamb Lies Down on Broadway na íntegra
Foto: Atlantic Records

Steve Hackett não pretende tocar The Lamb Lies Down on Broadway inteiro com sua própria banda. Para o guitarrista, uma recriação completa do álbum só faria sentido com a participação dos músicos que estiveram envolvidos na gravação: Peter Gabriel, Tony Banks, Mike Rutherford e Phil Collins.

Lançado em 1974, o disco duplo marcou o fim da passagem de Gabriel pelo Genesis. O trabalho levou adiante a combinação de narrativa, experimentação e arranjos complexos que vinha sendo desenvolvida pelo grupo.

A resistência de Hackett não representa uma rejeição ao álbum. O incômodo está no peso de reproduzir a obra fora do contexto em que ela foi criada. Durante a gravação, Gabriel se concentrou principalmente nas letras e no conceito, enquanto Banks, Collins, Hackett e Rutherford trabalharam em grande parte da música separadamente.

As sessões foram tensas e os prazos se estenderam. O processo também contribuiu para o desgaste que culminaria na saída do vocalista. Por isso, Hackett considera que o disco está profundamente ligado à formação clássica do Genesis e à dinâmica daquele período.

Ainda assim, o guitarrista nunca abandonou as canções de The Lamb Lies Down on Broadway. Em sua carreira solo, revisitou diferentes músicas do Genesis e chegou a registrar uma versão própria da faixa que dá nome ao álbum durante o projeto Genesis Revisited. A gravação acabou ficando de fora porque ele considerou a música fortemente associada a Peter Gabriel.

Nas turnês atuais, Hackett passou a incluir várias faixas do disco no repertório, mas continua evitando uma execução integral. A escolha permite combinar momentos de The Lamb com músicas de outras fases da carreira e destacar as partes em que sua guitarra tem algo especial a oferecer.

Assim, a questão não é deixar o álbum de lado. Hackett segue celebrando o trabalho, mas diferencia a liberdade de revisitar canções específicas da responsabilidade de reproduzir, do começo ao fim, uma obra construída por toda a formação original.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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