Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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“Virtual XI” fica sozinho na última faixa da lista do Iron Maiden

Ibagenscast avaliou os 17 álbuns de estúdio da banda em cinco categorias, com “Piece of Mind” no topo e “Virtual XI” na pior posição.

A produção de Steve Harris foi apontada por Manu como um dos problemas de “Virtual XI”, colocado sozinho na pior categoria de uma avaliação dos álbuns de estúdio do Iron Maiden. Para o apresentador do canal Ibagenscast, o trabalho também desperdiça o potencial de músicas como “When Two Worlds Collide” e “Lightning Strikes Twice”.

A lista reuniu os 17 discos da banda em cinco níveis: obra-prima, discaço, bom disco, abaixo da média e fundo do poço. “Piece of Mind” ficou no topo, enquanto “Virtual XI” foi o único título na faixa inferior. Manu avisou que a seleção provocaria discussão e ressaltou que se tratava de uma opinião pessoal.

Entre os trabalhos classificados como obra-prima também apareceram “The Number of the Beast”, “Powerslave”, “Somewhere in Time” e “Seventh Son of a Seventh Son”. O apresentador colocou “Powerslave” à frente de “Piece of Mind” em sua comparação direta e escolheu “Somewhere in Time” como o segundo melhor álbum da banda, destacando “Stranger in a Strange Land” como sua faixa e seu solo preferidos.

Sobre “Piece of Mind”, Manu elogiou especialmente as cinco músicas iniciais e chamou “To Tame a Land” de uma das faixas mais subestimadas da discografia.

As outras faixas da classificação

“ Iron Maiden”, “Killers”, “Brave New World” e “Dance of Death” foram reunidos na categoria discaço. Manu considerou o segundo álbum superior ao primeiro e relacionou essa evolução à entrada de Adrian Smith. Ele também lembrou que o disco de 1980 é o único da banda com Dennis Stratton na formação.

“Dance of Death”, de 2003, foi tratado como uma escolha capaz de gerar controvérsia. Para o apresentador, o álbum é o melhor trabalho do retorno de Bruce Dickinson ao grupo, com “Paschendale” entre os destaques do período posterior à reunião.

Na faixa intermediária ficaram “No Prayer for the Dying”, “Fear of the Dark”, “A Matter of Life and Death” e “The Book of Souls”. Manu defendeu “No Prayer for the Dying” como um disco subestimado e apontou oscilações no meio de “Fear of the Dark”, embora tenha dito gostar até de “Weekend Warrior”.

“The X Factor”, “The Final Frontier” e “Senjutsu” foram classificados abaixo da média. Manu avaliou que “The X Factor” começa muito bem, mas perde força depois da terceira faixa. Sobre “Senjutsu”, a análise foi mais cuidadosa, mas a nota permaneceu a mesma.

Ao justificar a posição de “Virtual XI”, Manu afirmou: “fundo do poço da banda”. No encerramento, chamou o público a montar a própria classificação nos comentários.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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