Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
A cultura que acontece
Viagem

Roma preserva ruínas, igrejas e praças no cotidiano de uma capital moderna

Monumentos de diferentes períodos convivem com moradias, restaurantes, lojas e vias em uso no centro histórico de Roma.

Roma preserva ruínas, igrejas e praças no cotidiano de uma capital moderna

Em Roma, o visitante pode encontrar um edifício com quase dois mil anos, uma praça de desenho barroco e ruas movimentadas dentro do mesmo percurso. A cidade mantém monumentos de diferentes períodos integrados à vida cotidiana, sem separar completamente a Antiguidade da paisagem contemporânea.

A tradição situa a fundação de Roma em 753 a.C., embora a região já fosse ocupada antes. A cidade foi centro da República Romana, capital do Império e, depois, um dos principais polos do cristianismo ocidental. Essa sucessão deixou construções antigas, igrejas e espaços públicos sobrepostos na malha urbana.

O Coliseu começou a ser erguido no século I e foi inaugurado em 80 d.C. Nas proximidades, o Fórum Romano reúne templos, arcos e edifícios públicos ligados ao centro político e religioso da Roma antiga.

Outro marco é o Pantheon. O edifício atual foi reconstruído entre 118 e 125 d.C. e preservou grande parte de sua estrutura depois de se tornar igreja no século VII. A cúpula de concreto e o óculo central continuam entre os elementos mais reconhecíveis do prédio.

As igrejas também revelam essa continuidade. Santa Maria Maggiore e San Giovanni in Laterano passaram por mudanças ao longo de muitos séculos. Já a Basílica de San Clemente reúne, sob a construção atual, níveis arqueológicos de épocas distintas. Igrejas menores ainda incorporam colunas, fundações e materiais de edificações anteriores.

Na Piazza Navona, o desenho acompanha o formato do Estádio de Domiciano, construído no século I. A aparência que se vê hoje ganhou caráter barroco com obras como a Fonte dos Quatro Rios, de Bernini, e a igreja de Sant’Agnese in Agone.

A Fontana di Trevi começou a ser construída em 1732, no ponto final de um antigo aqueduto romano. Ao redor de fontes, praças e monumentos, permanecem moradias, restaurantes, lojas e vias de circulação diária.

O Centro Histórico de Roma entrou na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco em 1980, e o sítio foi ampliado em 1990. A área reúne fóruns, basílicas, colunas monumentais, palácios, obras renascentistas e espaços barrocos.

Por isso, a cidade não funciona como um museu congelado. Ruínas arqueológicas dividem espaço com apartamentos, cafés, repartições públicas e transporte. Em muitos bairros centrais, a experiência de Roma está justamente na proximidade entre estruturas construídas em épocas muito diferentes.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5