Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Augusto Cury reforça candidatura como alternativa à polarização no Rio

Em ato em Copacabana, candidato do Avante criticou a divisão entre esquerda e direita e apresentou propostas para o Bolsa Família.

No Rio, Cury diz ser 3ª via e enaltece eleitores de direita e esquerda

Augusto Cury (Avante) afirmou, durante um ato de campanha na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, que sua candidatura é uma alternativa à polarização entre esquerda e direita. O candidato à Presidência fez uma caminhada pela orla, entre os postos 6 e 5, e discursou em um trio elétrico sob chuva.

Cury disse que o país não deveria ficar restrito à disputa entre dois grupos políticos. “O Brasil não aguenta mais ser capturado por apenas duas famílias”, afirmou. Ao público, também declarou respeitar eleitores de direita e de esquerda e defendeu a ideia de uma família brasileira acima das divisões políticas.

Durante o ato, o candidato elogiou o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. Mais tarde, ao falar com a imprensa, afirmou que não pretendia defender um ministro específico, mas desejava transparência e independência para a investigação de indícios de corrupção.

A atividade reuniu muitos cabos eleitorais. Entre 9h e 11h, grupos ligados a candidatos a deputados estaduais e federais atuaram no local. Na caminhada, candidatos do Rio tentaram se aproximar de Cury para gravar vídeos de campanha. A movimentação provocou tensões na entrada e na saída do evento, com candidatos sem mandato tentando entrar em áreas fechadas ao se apresentar como políticos eleitos.

Proposta para o Bolsa Família

Cury afirmou ter origem humilde e mencionou uma visita recente à favela da Rocinha. Segundo ele, a experiência de pobreza fez com que conhecesse diretamente a dor dos eleitores.

O candidato também propôs mudanças no Bolsa Família. Ele defendeu que beneficiários que assinarem a carteira de trabalho recebam um prêmio adicional sem perder o benefício. Cury disse que o programa paga R$ 600, mais R$ 150 por filho, e avaliou que esse valor permite, no máximo, evitar a fome. Para ele, os beneficiários deveriam ter condições de sonhar com uma casa e um carro.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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