Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Mário Frias e produtora de Dark Horse ficam impedidos de sair do Brasil

Decisão de Flávio Dino também proíbe contato entre os dois e alcança outras 27 pessoas investigadas pela Polícia Federal.

Mário Frias e produtora de Dark Horse são proibidos de deixar o Brasil após operação
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O deputado federal Mário Frias (PL-SP) e a produtora Karina Gama foram proibidos de deixar o Brasil sem autorização prévia durante a operação Make Up, que investiga o financiamento do filme Dark Horse. A decisão também impede que os dois mantenham contato entre si.

As medidas foram determinadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que autorizou a ação da Polícia Federal nesta quinta-feira. As restrições alcançam ainda outras 27 pessoas investigadas.

A Polícia Federal cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. Durante a operação, foram encontradas armas. O armamento estava com Mário Frias, segundo informações citadas no texto-fonte, mas o endereço onde foi localizado não corresponde ao que aparece no registro.

A investigação apura um suposto desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e repassados, por meio de termo de fomento, a uma organização da sociedade civil. Os agentes federais também investigam a possível atuação de uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados.

De acordo com a Polícia Federal, os valores teriam sido direcionados a empresas subcontratadas de maneira irregular, sem comprovação da prestação dos serviços contratados. As tentativas de dissimular os desvios teriam continuado até julho deste ano.

Em agosto, Flávio Dino autorizou o compartilhamento, com a Polícia Federal, de dados apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo na operação Wi-Fi. Na ocasião, Karina Gama era o alvo da ação.

Levantamentos financeiros identificaram movimentações da ordem de centenas de milhões de reais entre empresas investigadas. O caso envolve suspeitas de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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