Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Brian May explica por que “Bohemian Rhapsody” resume a trajetória do Queen

Guitarrista destaca a mistura de gêneros da banda e a complexidade das gravações vocais da faixa.

A gravação de “Bohemian Rhapsody” exigiu um trabalho especialmente complexo nos vocais do Queen. A banda usou um gravador de fita de 24 canais para registrar sucessivas camadas, e chegou a reunir cerca de 180 trilhas sobrepostas em submixagens na seção de ópera.

O processo aconteceu sob a produção de Roy Thomas Baker, responsável por conduzir as sessões em que foram registrados os “scaramouches” e “fandangos” das multitrilhas vocais. Brian May contou, em diferentes entrevistas, que a fita ficou transparente de tão fina depois de tantas gravações feitas sobre o mesmo material.

A faixa escolhida por Brian May

Para o guitarrista, a música concentra a identidade artística do Queen. A banda foi formada a partir da combinação de estilos e, ao longo de sua trajetória, incorporou referências como a disco music e o new wave, mantendo uma marca própria.

Ao falar sobre a canção, May afirmou que ela “encapsula muito do que somos, do que fomos e do que era o nosso sonho” quando o Queen foi criado. Na avaliação do músico, a composição reúne as diferentes facetas exploradas pelo grupo e traduz a disposição da banda para inovar.

A parte instrumental, conforme informações da SongFacts, foi gravada sem o mesmo tempo dedicado aos vocais. A construção das camadas cantadas, porém, levou a um uso intenso do estúdio e do gravador, resultado que se tornou parte da história da faixa mais associada à amplitude musical do Queen.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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