Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Por que “Fear of the Dark” ficou abaixo de quase todo o catálogo do Maiden

Ranking da Metal Hammer colocou o álbum de 1992 no décimo quarto lugar, com críticas a faixas além do clássico que dá nome ao disco.

Por que “Fear of the Dark” ficou abaixo de quase todo o catálogo do Maiden
Foto: Reprodução

A saída de Bruce Dickinson do Iron Maiden marcou o fim de uma fase para a banda — e aconteceu pouco depois do lançamento de “Fear of the Dark”. O vocalista deixou o grupo em 1993 para seguir carreira solo e só voltou seis anos depois, ao lado do guitarrista Adrian Smith.

Lançado em 1992, o álbum encerrou a primeira passagem de Dickinson pelo Iron Maiden e também a chamada era dourada do grupo. O período começou no início dos anos 1980 e avançou até o começo da década seguinte, com discos como “The Number of the Beast”, de 1982, “Powerslave”, de 1984, e “Seventh Son of a Seventh Son”, de 1988.

A faixa-título se tornou um dos maiores sucessos da carreira do Iron Maiden e passou a aparecer regularmente nos shows. Ainda assim, a presença da música não impediu que o disco terminasse apenas no décimo quarto lugar de um ranking da Metal Hammer, publicado em 4 de setembro de 2026 e dedicado a todos os álbuns da banda, do pior ao melhor.

“Fear of the Dark” ficou à frente de “The X Factor”, de 1995, “Virtual XI”, de 1998, e “No Prayer for the Dying”, de 1990. Na avaliação, a faixa-título aparece entre os destaques, acompanhada por “Afraid to Shoot Strangers”, “Childhood's End”, “Fear is the Key” e “Judas Be My Guide”.

A análise também aponta problemas em outras músicas. “From Here to Eternity” é descrita como sem tempero, enquanto “Chains of Misery” recebe críticas pelo refrão. “Weekend Warrior”, por sua vez, é questionada por tratar de hooligans — um tema que, na avaliação, não combina com o que normalmente se espera do Maiden.

O disco sucedeu “No Prayer for the Dying” e ficou associado ao encerramento da primeira formação com Dickinson antes do retorno do vocalista e de Adrian Smith seis anos depois.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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