A análise da Metal Hammer colocou The X Factor entre os discos menos bem avaliados do Iron Maiden, à frente apenas de Virtual XI e No Prayer for the Dying. O álbum marcou a estreia de Blaze Bayley como vocalista da banda, em 1995, e dividiu a avaliação entre bons momentos e uma segunda metade considerada fraca.
A publicação resumiu o disco como “apenas metade de um clássico do Iron Maiden”. Para a Metal Hammer, os primeiros 20 minutos, com “Sign of the Cross”, “Lord of the Flies” e “Man on the Edge”, estão entre os pontos altos do trabalho. Depois desse trecho, porém, a análise identifica uma queda acentuada.
Mudanças na formação
Bruce Dickinson deixou o Iron Maiden em 1993 para seguir carreira solo. Antes disso, havia gravado trabalhos associados à trajetória mais emblemática do grupo, como The Number of the Beast, de 1982, e Powerslave, de 1984. Bayley foi escolhido para substituí-lo depois de sua passagem pelo Wolfsbane.
A mudança também alterou o perfil musical do Iron Maiden. O alcance vocal de Bayley era diferente do de Dickinson, enquanto a sonoridade da banda se tornou mais sombria. Esse período refletia, ainda, o momento conturbado vivido pelo baixista Steve Harris.
Mesmo com as críticas, a Metal Hammer destacou a participação de Bayley e classificou “Blood on the World's Hands” e “The Unbeliever” como faixas subestimadas. A avaliação também apontou o ritmo lento e a falta de energia como problemas do álbum.
O período de Bayley no Iron Maiden incluiu mais um disco, Virtual XI. Em 1999, o vocalista deixou a banda, e Bruce Dickinson voltou a ocupar a função.








