Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Royal Mint transforma referências do Pink Floyd em itens para colecionadores

Coleção inspirada em “Dark Side of the Moon” reúne palhetas e moedas, com peça de ouro maciço por £4.750.

Royal Mint transforma referências do Pink Floyd em itens para colecionadores

“Dark Side of the Moon” já vendeu mais de 50 milhões de cópias e passou anos no Top 200 da Billboard. O álbum do Pink Floyd, geralmente colocado atrás apenas de “Thriller” (1982), de Michael Jackson, e “Back in Black” (1980), do AC/DC, agora também inspira uma coleção da Royal Mint.

A peça de maior valor é uma palheta de ouro maciço, vendida por £4.750 (R$ 32.775). O desenho, assinado por Daniel Thorne, combina uma referência ao solo de guitarra de David Gilmour em “Time” com o prisma associado à capa do disco.

O prisma foi criado por Henry Gray a partir da arte original de Storm Thorgerson e George Hardie. A coleção inclui ainda uma versão em prata, por £130 (R$ 897), e outra em cobre, por £40 (R$ 276).

Moedas e homenagens musicais

Entre os demais itens estão uma moeda de £5, comercializada por £19 (R$ 131), e uma moeda de ouro proof 1oz, oferecida por £5.300 (R$ 36.570).

A Royal Mint, que existe desde 886 d.C., é a Casa da Moeda britânica e também produz moedas comemorativas e medalhas militares. Na série Music Legends, a instituição já homenageou The Who, Elton John, Queen, David Bowie, George Michael, Shirley Bassey, Paul McCartney e Freddie Mercury. Cerca de meio milhão de moedas da série já foram vendidas para colecionadores de 108 países diferentes.

Rebecca Morgan, diretora da Royal Mint, afirmou que o prisma é reconhecido por fãs em todo o mundo e destacou o trabalho de Henry Gray na produção da peça. “Sua influência na música, na arte e na cultura é imensurável”, disse Morgan.

O álbum também é associado a uma história sobre uma possível fábrica de discos de vinil nos Estados Unidos dedicada exclusivamente à sua prensagem.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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