Jerry Cantrell encontrou no Metallica uma das principais referências para sua formação musical — e também uma ponte para experiências que ultrapassaram a admiração de fã. O guitarrista do Alice in Chains já dividiu o palco com a banda e afirma que ainda precisa se controlar para não agir como um admirador empolgado quando está perto dos músicos.
A aproximação começou com “Ride the Lightning”. Lançado em 1984, o álbum foi o trabalho que levou Cantrell de vez ao universo do Metallica. Entre as faixas, “For Whom the Bell Tolls” teve papel decisivo nessa descoberta. “Aquele disco foi onde eu entrei. A faixa que me conquistou foi 'For Whom the Bell Tolls'”, lembrou o músico.
Uma relação que chegou ao palco
Cantrell tocou a música com o Metallica em algumas ocasiões, experiência que descreveu como uma das mais legais de sua vida. A amizade com os integrantes também o levou a participar dos shows comemorativos dos 30 anos da banda, em 2011. Nessas apresentações, ele tocou “For Whom the Bell Tolls” e “Nothing Else Matters”.
A admiração do guitarrista não ficou restrita às lembranças do início de sua relação com o grupo. Em 2021, ao comentar o “Black Album”, ele classificou o disco como “perfeito” e disse que o trabalho fez o Metallica ultrapassar as fronteiras do heavy metal, colocando a banda entre os maiores nomes da música mundial.
Cantrell também destacou James Hetfield, sobretudo a mão direita do guitarrista. Para ele, a palhetada do músico é a melhor do rock, pela combinação de precisão e força.
Ao falar diretamente sobre a importância do Metallica, Cantrell foi categórico: “Na minha opinião, ninguém é maior ou melhor”. A declaração resume o lugar que a banda ocupa em sua trajetória: influência artística, amizade construída ao longo dos anos e uma admiração que continua presente.







