Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Santana refez “Fortunate Son” com outra levada e manteve o respeito ao Creedence

Ao revisitar o clássico em “Guitar Heaven”, o guitarrista explicou por que via nas canções do Creedence uma força duradoura.

Santana refez “Fortunate Son” com outra levada e manteve o respeito ao Creedence
Foto: Concord Records - Maryanne Bilham

A regravação de “Fortunate Son” levou Carlos Santana a experimentar uma nova leitura para um clássico do Creedence Clearwater Revival. Em vez de repetir a versão original, o guitarrista mudou a abordagem rítmica e buscou inspiração em “Going to a Go-Go”, de Smokey Robinson and the Miracles.

A faixa entrou em “Guitar Heaven”, álbum lançado em 2010 no qual Santana revisitou canções marcantes do rock. Para desenvolver o arranjo, ele pediu ao baterista Dennis Chambers uma levada simples e melódica. A proposta era conservar a essência da composição de John Fogerty, mas apresentá-la sob outra forma.

Uma impressão antiga

O vínculo de Santana com o Creedence Clearwater Revival começou bem antes do álbum. Em 1967, ele chegou a abrir shows da banda e saiu daquele período convencido de que suas músicas tinham força para permanecer relevantes.

Ao conversar com a Guitar World sobre “Guitar Heaven”, o guitarrista destacou a combinação entre força, alma e simplicidade presente nas composições de Fogerty. “Todas aquelas músicas eram grandes sucessos”, afirmou Santana.

Ele também aproximou o Creedence de nomes como The Doors e Jimi Hendrix, artistas que, em sua avaliação, fizeram canções capazes de atravessar o tempo. “Elas resistem ao teste do tempo”, disse.

A escolha de “Fortunate Son” para o álbum retomou essa admiração antiga. Para Santana, a base da música tinha um apelo forte e dançante. A nova versão procurou preservar esse impulso enquanto acrescentava uma dinâmica diferente à gravação.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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